Solpoesia

A palavra é uma grande metáfora; tudo pode signicar;"palavra aceita tudo".

Meu Diário
15/12/2014 13h28
Reencontro de almas e confusão de sentimentos

Todos somos indíviduos eternos, espíritos em processo de evolução e não nos limitamos às muitas (mas ainda ínfimas) experiências de uma única vida. Tampouco, assim, são as pessoas que nos acompanham nesta grande jornada. A maior parte dos parentes, amigos e amores que encontramos durante cada viagem vêm nos reencontrando seguidamente. São o que chamamos de "espíritos afins", pessoas com as quais temos uma ligação "inexplicável" se levarmos em conta apenas os acontecimentos conhecidos desde o nosso nascimento, mas que teriam esta proximidade absolutamente entendida se pudéssemos dar uma breve espiada em nossas vidas passadas.

Assim como as sensações de "déjà vu", quando reconhecemos lugares e situações pelas quais jamais passamos, não é incomum encontrarmos alguém e nos identificarmos quase que instantaneamente. Deixamos este "desconhecido" e, em pouco tempo, estamos pensando nele e sentindo sua falta, "como se fosse uma pessoa importante". E, sem dúvida, é mesmo. Alguém que nos diz algo e com quem sem dúvida vivemos experiências de vida que ficaram gravadas em nossa alma. Outros, ainda, nos relatam sentir "saudades" de alguém que sequer conhecem, de algo que não viveram, ignorando que nossa lembrança nessa vida é infinitamente menor que as vivências de toda uma existência do espírito.

Bem por isso, devemos cuidar para não nos impressionarmos com essas sensações. É comum a surpresa de tais sentimentos se transformar em encantamento e confundirmos com uma paixão avassaladora ou mesmo amor. Na vida (curta) que vivemos isto também ocorre com absolutos desconhecidos, que transformamos em amigos e com os quais temos uma intimidade que, por vezes, confundimos com amor. E quando isto ocorre apenas de um lado, o sofrimento e a desilusão são inevitáveis, mesmo que depois os sentimentos se aclarem e reconheçamos o erro. 

No reencontro de duas almas, este engano é ainda mais compreensível, pois conhecermos alguém e, repentinamente, esta pessoa não sair de nossa cabeça não parece nada mais que o amor invadindo nosso coração. É algo arrebatador. E, como vocês podem supor, não passa pela atração física, mas sim pela sintonia de espíritos, que não têm sexo definido, que amam e se relacionam com todos por seguidas existências. Isto faz com que sensações de que conhecemos, há muito, as pessoas sejam naturais mesmo entre criaturas que não reconhecem o amor entre iguais e que, por um instante, sentem-se impactados pela incerteza da homossexualidade que nunca manifestaram. Pura ignorância ou desconhecimento. Nós bem sabemos que o amor não entende tais limites e muito melhor (e justo) que seja assim. 

 Assim, devemos viver esse sentimento sem culpa, medo ou espanto, mas respeitar as próprias limitações e o espaço do outro, que se aproximará na medida que se sentir seguro para isto. Todavia, se o outro se afastar, entenda. O tempo de cada um é uma incógnita, mas o reencontro, muitas e muitas vezes, uma certeza.

 


Publicado por Solange Galeano em 15/12/2014 às 13h28
 
14/11/2014 14h40
quando Deus diz "não"

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Nem sempre quando a vida nos diz “não”, tal resposta tem a finalidade de nos encerrar em um tempo de esterilidade. O “não” pode também se manifestar como a possibilidade de trilharmos um novo caminho, adentrando por uma nova porta que a nós se inaugura neste específico momento. Há momentos nos quais, de maneira antecipada e, quem sabe, até precipitada, tudo definimos e estabelecemos dentro de nós, idealizando nossos sonhos e metas de maneira irrevogável. Entretanto, em muitas circunstâncias, as realidades acabarão não acontecendo da maneira como planejamos, e nesses peculiares invernos, poderá – intensamente – nos visitar a frustração.

É horrível desejar tanto uma realidade e, por fim, deparar-se com a sua não realização. Contudo, não é só quando a vida sorri que podemos ser felizes. Muitas vezes, a felicidade que nos espera será preparada pelas lágrimas, sendo que estas podem se tornar um sólido alicerce para a construção de uma madura realização em nossa história. As lágrimas podem também gerar vida e recomeços, e o não, pode se tornar um específico lugar onde se pode refletir e escutar a Verdadeira voz, que poderá nos conduzir à mais perfeita realização.


Assista: “Deus quer nos curar através do amor”, com padre Adriano Zandoná 


Neste processo de deparar-se com o “não” se faz essencial a confiança. Confiar em um motivo Maior no qual possamos recostar nossas fragilidades, pois sempre haverá um concreto sentido (significado) no qual poderemos ancorar nossas esperanças e depositar as nossas lágrimas. Faz-se necessário confiar nos planos de nosso Autor, pois, diante de cada circunstância, Ele sempre verá mais longe e comtemplará o real muito melhor que nós mesmos. 

É preciso, de fato, confiança e abandono, mesmo quando a vida diz “não”, pois o “não” – conduzido por Deus – torna-se fonte de vida e de felicidade para nós. É preciso dizer “sim” aos “nãos” que Deus nos apresenta, acreditando que Ele conhece nossos sonhos e que, quando nos diz “não”, é porque está nos preparando algo infinitamente superior ao que esperávamos. 

Seus planos são perfeitos, e no centro deles estamos nós. É preciso treinar a audição para o Infinito e sempre n’Ele esperar, dizendo constantemente “sim” às realidades nas quais Ele nos insere. De tal forma em tudo cresceremos, adquirindo uma sabedoria e maturidade ímpares, que nos farão adentrar naquilo que é próprio da Eternidade. Cresçamos com os “nãos”, treinemos a confiança e nos abandonemos aos cuidados deste singular e infinito Amor!


Publicado por Solange Galeano em 14/11/2014 às 14h40
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13/11/2014 15h30
Obrigada, a você que me feriu

Um dos assuntos mais difíceis de serem tratados é o orgulho humano. Digo difícil, pois o ego nos ilude de diversas formas e quando começamos a acordar para essa realidade, podemos ter a falsa sensação de que estamos perdendo algo; é o nosso ego nos estimulando a permanecer exatamente onde estamos – “os outros que mudem, nós não temos o que mudar”! Mas não é bem assim.

Nós estamos aqui por um motivo, por um propósito, algo que provavelmente não coincide com os nossos falsos objetivos materiais, que normalmente colocamos no topo da pirâmide de prioridades. Mas conforme o dito popular, acabamos "trocando os pés pelas mãos" e julgamos erroneamente que a prioridade maior é o material e, ao espiritual damos atenção se sobrar tempo. Mas é importante lembrarmos sempre que é no espiritual que residem as causas para a nossa realidade material. Qual é a sua realidade material: Frustração? Descontentamento? Pobreza? Riqueza? Saúde? Doença? Jamais podemos perder de vista que a realidade externa é apenas um reflexo da nossa realidade interna, ou seja, todas as dificuldades materiais que encontramos são causadas por desequilíbrios internos - é a Lei do Karma.

É evidente que a nossa forma de Ser é algo complexo e, às vezes, podemos levar uma vida inteira para fazermos uma mudança significativa em nossa conduta, mas precisa ser feito e precisamos começar de alguma forma. Eu, por exemplo, comecei pelo perdão, pois creio que a falta dele é um dos maiores causadores de enfermidades físicas. A mágoa, infelizmente, é algo difícil de combater, principalmente pela nossa resistência em admitir que a tenhamos ou em admitir que erramos mais que outrém. Decepção, desavença ideológica, ressentimento, desconfiança, traição, etc., essas são apenas algumas formas de mágoa, porém, em todas elas o efeito é algo devastador. Não é à toa que Emmanuel dizia que "segurar mágoas de alguém é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra". 

Então, como perdoar? Afinal, o que é o perdão? Perdoar é simplesmente esquecer? Perdoar é mostrar um sorriso, mas se corroer por dentro? Em minha opinião, a forma mais segura de perdoar é desenvolver o sentimento de gratidão pelo ofensor. Por quê? Pense comigo: em termos de evolução espiritual, sabemos que precisamos desenvolver uma série de atributos morais para nos aperfeiçoarmos como espírito e, um desses atributos é o amor incondicional. Ora, como podemos chegar ao amor incondicional se guardamos algum tipo de ressentimento? O primeiro passo é sermos gratos a quem nos feriu ou magoou e por um motivo muito simples: é que precisamos entender que o ofensor não é nenhum vilão que nos fez algum mal, muito pelo contrário, ele fez algo extremamente positivo, pois (mesmo que inconscientemente) ele nos mostrou exatamente onde precisamos melhorar e, quais as consequências se continuarmos sendo como somos. Basta abrirmos os nossos olhos e vermos que o ofensor só existe porque existe o ofendido, caso contrário, quem seria o ofensor? É por isso que sou extremamente grata a quem me ofendeu ou causou algum prejuízo, pois preciso desenvolver em mim o amor incondicional e o perdão pela gratidão é o início para tal desenvolvimento. Agradeço a quem me fez passar pelas dificuldades, pelo sofrimento, pela dor, pois ninguém cresce se não por meio dos desafios e eu não teria crescido bastante se essas pessoas não tivessem cruzado o meu caminho.

 


Publicado por Solange Galeano em 13/11/2014 às 15h30
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13/11/2014 13h34
Recaídas

Recaídas

Henrique e Juliano

Você pode ficar com quem você quiser
Não tem nada a ver
Eu não mando em você
Mas ainda choro
E quando alguém comenta não quero saber

Me preocupo e apesar dos pesares
Eu sempre quero te ver bem
E ainda vou além
Em uma relação
Sei que não vai ser fácil amar outro alguém

E hoje mesmo separados
Sinto que o seu corpo ainda é meu
Às vezes me escondo
E faço de tudo pra ninguém notar que eu
Vivo e morro por ti
Têm semanas que às vezes sofro e vêm as recaídas

Às vezes eu queria ter o poder
De poder te apagar da memória
E nessa fraqueza ter força
Pra fazer com que essa nossa história
Não passe de passado e fique da porta pra fora

Se eu pudesse te apagar da minha mente
Apagaria agora
Mas toda vez que eu me lembro de nós dois
Meu coração sempre chora e é sempre a mesma história

 

Quando temos disposição de aprender a melhorar, o universo conspira a nosso favor, porque as leis que o regem, vindas do Criador, estão sempre nos beneficiando; destaco a da afinidade, hoje conhecida como de atração, que nos aproxima de tudo que condiz com o foco para o qual voltamos nosso íntimo.

Descobrir a necessidade de alguma modificação na maneira de ser e agir é sempre um momento alto na vida, se a nossa reação não for a da culpa que amarra ou a do orgulho que cega. 

Conseguindo pensar, à luz do Espiritismo, que somos Espíritos imortais, reencarnantes e em evolução, também dotados de livre arbítrio, "cai a ficha" de que é impossível acertar sempre e ter todas as idéias e conceitos equilibrados e amplos. Ao mesmo tempo, vamos entendendo que errar, equivocar-se e ficar com a mente nublada, fazem parte desse processo de aprendizagem, porque quando não se sabe direito e não se tem suficiente experiência, acertar e errar são possibilidades, cada uma com 50% de chance.

A disposição de rever e reciclar pensamentos, sentimentos e atos, quando promovida por essa consciência de si mesmo, transforma-se num grande investimento a próprio favor. E a vida vai trazendo inspirações, livros, conversas, circunstâncias, que se de um lado nos reforçam a disposição, até com sugestões de formas de agir e técnicas psicológicas para alteração de comportamentos e suportação dessa fase transitória, por outro lado, nos coloca testes para verificação do que já aprendemos e do quanto conseguimos conter o costume antigo.

É nessa etapa que nos acontecem as recaídas. Aqueles momentos nos testes, em que não conseguindo suportar as pressões internas e externas, retornamos à forma antiga, até porque esta já está corporificada, ou seja, já foi tão utilizada que basta "apertar o botão" e dispara automaticamente seu funcionamento.

Somos condicionáveis, e quanto mais um comportamento mental ou prático é repetido, mais se fixa e vai virando hábito, a não ser quando observamos isso e escolhemos como pensar e agir. Mas para tanto, geralmente precisa-se passar pela dor. Então, depois de doer muito, sentimos a necessidade da modificação e teremos que empreender todo processo de reciclagem e readaptação, descritos até aqui. 

As recaídas, além de dolorosas, são pedagógicas, porque abrem campo para reavaliarmos os métodos dessa reeducação e o nosso empenho neles, sem o quê nada se consegue. 

Obviamente, quanto mais arraigado, mais é difícil alterar-se um hábito, o que pode ser observado pelas muitas recaídas. Nesse caso, entram em jogo as resistências internas, que nada mais são do que preguiça e medo de enfrentar-se e trabalhar-se, com vistas ao novo objetivo. 

Um dos convites que as recaídas no trazem, é o da autodisciplinação. 

Para muitos essa palavra pode ser sinônimo de algo pesado, imposto e autoritário. Entende-se isso, na medida em que nossa história social está eivada de exemplos desagradáveis. No entanto, pode-se fazer uma releitura conceitual dessa palavra e passar a vê-la como um instrumento que pode ser usado a nosso favor. Pense na disciplina como sendo a inteligência posta a seu serviço. Com ela administramos melhor as dificuldades e os empecilhos, mesmo que internos, ao objetivo firmado de adotar nova conduta em certo aspecto da vida, por mais difícil que seja.

Disseram-se que essa ferramenta pode nos ajudar. Primeiro é preciso definir o que se quer obter. Depois, escolher os passos a serem dados, mesmo que se modifique isso depois, vendo que exageramos ou nos subestimamos. Vamos a um exemplo: para não se deixar dominar pela irritação ou provocação, uma pessoa poderá adotar a técnica de contar até dez, antes de responder. Essa é uma disciplinação plausível, ou seja, possível de ser cumprida, sem grandes esforços ou modificações excessivas. Caso a opção fosse de por uma pedra na boca, para dificultar a fala, poderia estar diante da dificuldade de ter a pedra a mãos, quando precisasse. Ou então, teria que se acostumar a tê-la junto de si, o que poderia ser mais complicado para a maioria das pessoas. Seja como for, a partir da decisão, é conversar seriamente consigo mesmo e com seu anjo de guarda, estabelecendo que quer se disciplinar a lembrar dessa atitude toda vez que for posto á prova. 

Aspectos personais ainda infantis, levam muita gente a culpar outrem ou alguma situação, como causa de suas dores. Mas a sociedade já está bastante amadurecida para que um bom contingente de pessoas saiba que tudo que nos cerca, tudo que acontece na nossa presença e tudo que nos acontece, está diretamente ligado ao nosso modo de ser e pensar. São consequências naturais de nós mesmos, nas múltiplas facetas que caracterizam a vida de cada um. Esse enfoque nos direciona para a certeza de que só o trabalho pessoal, em próprio benefício, produz os resultados esperados, em termos de algum auto-domínio ante os desafios e relativa harmonia consigo mesmo. Por isso acostumar-se a alguma disciplina, facilita a vida. 

Para os espíritas, esse entendimento se baseia no fato de sermos individualidades, cujo comando vem do próprio arbítrio, mesmo quando consentimos que outros nos dirijam. 

Estando com o desafio diante de nós, é como se fossemos chamados á repetição da conduta que já descobrimos ser prejudicial. Semelhante aos antigos LPs, que quando riscados, a agulha sempre caia no sulco feito -e quanto mais fundo, mais difícil dela sair sozinha- nós também, se estivermos muito comprometidos com maneiras de ser prejudiciais, precisaremos de ajuda psicológica, que funcionará como a mão estendida ao que caiu na areia movediça. É ilusão imaginar que, sem um aprendizado novo e sem um bom treinamento nele, conseguiremos, num passe de mágica, aquilo que por várias vezes não temos conseguido. Enquanto desenvolvemos as capacidades de auto-gerenciamento, a ajuda profissional e a espiritual são muito necessárias e bem vindas.

O apoio externo não supre, jamais, nossa necessidade de nos movermos internamente em nosso favor. Por isso, as recaídas precisam ser entendidas como etapas de progresso e sinalizadoras de onde estão as maiores dificuldades. Quais palavras, gestos, situações nos nublam a condição de examinar o assunto e escolher a forma nova que estamos adotando? Que assuntos nos "tiram do sério" e nos remetem instantaneamente á conduta anterior? Quem e como essa pessoa nos impede, verbal, física ou energeticamente, de agirmos como queremos? O que no faz esquecer a disciplina e a técnica adotadas para a auto-superação?

Outra faceta das recaídas aparece quando achamos que já somos vitoriosos e que a tal questão não nos pega mais. Achamos... Mas a recaída acontece, mostrando que quem acha não sabe, só supõe e já se considera vencedor. Porque a verdadeira superação será reconhecida, somente após muitas exposições ao que poderia nos levar ao costume antigo, nas quais nos mantivermos fiéis ao novo comportamento; este agora é a nossa nova forma costumeira de ser/pensar. 

O empenho em conhecer-se e reconhecer-se, persistindo depois, nas condutas escolhidas e recicladas, certamente dá bastante trabalho. Mas vale a pena, quando passando pelos testes, nos reconhecemos mudados para melhor e mais donos de nós mesmos. A sensação de auto-realização advinda, permanecerá sempre como uma conquista pessoal, nos alimentando e sustentando para novas etapas, diante de outros desafios que quereremos enfrentar. 


Publicado por Solange Galeano em 13/11/2014 às 13h34
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07/11/2014 15h14
Castigo

   Acho que meu castigo perdurará pelo infinito. Quando penso que esqueci, lembro ainda mais... Meus braços abraçam a saudade composta em versos e eles me consolam... Ilusão pensar que seria fácil, enganosa montanha que se ergueu no meu sol...Continuo aqui e sinto dores no mais profundo de minha alma. Nunca passa; às vezes melhora depois de tanta intensidade; outras, lateja como um neon...O tempo cura todas as feridas, mas o meu tempo de cura é por todo a vida ou o que me resta da jornada.


Publicado por Solange Galeano em 07/11/2014 às 15h14
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