Solpoesia

A palavra é uma grande metáfora; tudo pode signicar;"palavra aceita tudo".

Meu Diário
24/10/2013 14h34
Juras

   Disse a mim mesma que ficaria tudo bem, que esqueceria o seu rosto, o seu nome...O tempo passou e você continua em mim, enraizado em meu peito. Pedi a sua volta, mas você não quis compreender os meus sinais. Jurei que não mais escreveria; que em outros braços encontraria amor melhor que o seu. Repeti em meus pensamentos que o odiaria  e levaria essa mágoa até o fim. Tudo em vão, porque o que sei fazer é amar você.

   Olho em volta e, nesse vazio da sua ausência, nada vejo. Você me deixou sozinha. Prometeu não machucar, mas magoou. Jurou não mais mentir e nunca foi você mesmo.

    


Publicado por Solange Galeano em 24/10/2013 às 14h34
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11/10/2013 15h39
ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d' água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - Disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser 'copo' para tornar-se um 'lago'. Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.


Publicado por Solange Galeano em 11/10/2013 às 15h39
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11/10/2013 15h22
O PERDÃO DAS OFENSAS

Certo dia, um professor atento ao comportamento dos seus alunos observou que poderia ajudá-los a resolver alguns problemas de cunho íntimo, e propôs uma atividade.Pediu a todos que levassem uma sacola e algumas pedras, de vários tamanhos e formas para a próxima aula.
No dia seguinte, orientou que cada um escolhesse uma pedra e escrevesse nela o nome de cada pessoa de quem sentiam mágoa, inveja, rancor, ou ciúme. A pedra deveria ser escolhida conforme o tamanho do sentimento.
Depois que todos haviam terminado a tarefa, o professor pediu que colocassem as pedras na sacola e a carregassem junto ao corpo para todos os lugares onde fossem, dia e noite.
Se alguma pessoa viesse a lhes causar sofrimento ainda intenso, eles poderiam substituir a pedra por uma maior. E se uma nova pessoa os magoasse, deveriam escolher uma nova pedra, escrever o nome dela e colocar na sacola.
E quem resolvesse o problema com algumas das pessoas cujos nomes haviam escrito nas pedras, poderiam retirar a pedra e lançá-la fora.
Assim foi feito. Algumas sacolas ficaram cheias e pesadas, mas ninguém reclamou.
Naturalmente, com o passar dos dias, o conteúdo das sacolas aumentou em vez de diminuir.
O incômodo de carregar aquele peso se tornava cada vez mais evidente.
Com o passar dos dias os alunos começaram a mostrar descontentamento. Afinal de contas, estavam sendo privados de muitos movimentos, pois as pedras pesavam, e alguns ferimentos surgiram, provocados pelas saliências de algumas pedras.
Para não esquecer a sacola em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Passado algum tempo, os alunos pediram uma reunião com o professor e falaram que não dava mais para continuar a experiência, pois estavam cansados de carregar aquele peso morto, e alguns ferimentos incomodavam.
O professor, que já aguardava pelo momento, falou-lhes com sabedoria: essa experiência foi criada para lhes mostrar o tamanho do peso espiritual que a mágoa, a inveja, o rancor ou o ciúme, ocasionam.
Quem mantém esses sentimentos no coração, perde precioso tempo na vida, deixa de prestar atenção em fatos importantes, além de provocar enfermidades como conseqüência.
Esse é o preço que se paga todos os dias para manter a dor e os sentimentos negativos que desejamos guardar conosco.
Agora a escolha é sua. Vocês têm duas opções: jogam fora as pedras ou continuam a mantê-las diariamente, desperdiçando forças para carregá-las.
Se vocês optarem pela paz íntima terão que se livrar desses sentimentos negativos.
Um a um, os alunos foram se desfazendo das pesadas sacolas, e todos foram unânimes em admitir que estavam se sentindo mais leves, em todos os sentidos.
A proposta era de deixar com as pedras os ressentimentos que cada uma delas representava. E isso dava a cada um a sensação de alívio. Por fim todos se abraçaram e confessaram que naquele gesto simples descobriram que não vale a pena perder tempo e saúde carregando um fardo inútil e prejudicial.
Jesus, espírito exemplar que nos trouxe o código moral para o Humanidade, através de seu evangelho, mostra-nos a importância do perdão incondicional. Seus discípulos ao perguntar a Jesus, Quantas vezes perdoarei ao meu irmão?-Jesus lhe responde: “Perdoá-lo-eis, não sete vezes, mas setenta vezes sete”, ou seja, infinitas vezes. Há duas maneiras bem diferentes de perdoar: há o perdão dos lábios e o perdão do coração. Muitos dizem do adversário: “Eu o perdôo”, enquanto que, interiormente, experimentam um secreto prazer pelo mal que lhe acontece, dizendo-se a si mesmo que foi bem merecido. Quantos dizem: “Perdôo”, e acrescentam: “mas jamais me reconciliarei; não quero vê-lo pelo resto da vida”! É esse o perdão segundo o Evangelho? Não. O verdadeiro perdão, o perdão cristão, é aquele que lança um véu sobre o passado. É o único que vos será levado em conta, pois Deus não se contenta com as aparências: sonda o fundo dos corações e os mais secretos pensamentos, e não se satisfaz com palavras e simples fingimentos. O esquecimento completo e absoluto das ofensas é próprio das grandes almas; o rancor é sempre um sinal de baixeza e de inferioridade. Não esqueçais que o verdadeiro perdão se reconhece pelos atos, muito mais que pelas palavras.
Levamos durante o dia inúmeras pedras em nossa sacola, acordamos e juntamos outras e mais tarde esquecemos o quanto dói mantê-las em nossa consciência. Temos a oportunidade nessa encarnação de conciliarmos com as desavenças e dificuldades com o próximo, deixando o ódio, a magoa,  inveja e  rancor de lado, para buscamos a paz intima. Refletir sobre o bem estar que não acontece constantemente em nossas vidas, faz olharmos para traz e buscar resposta em nossa trajetória. Perdoar é livrar de diversas doenças físicas, psíquicas e mentais, permitindo o amor ocupar um espaço bem maior em nosso eu interior, dando plenitude e saúde ao corpo e mente. Lembre-se que estamos em processo de aprendizado evoluindo constantemente para chegarmos o Pai. Existem pedras com idades diferentes em nossa sacola, às vezes 5, 10 ou  20 anos de sentimentos indesejáveis e falta de conciliação. Portanto está na hora, vamos esvaziar  nossas sacolas e encontrar com a felicidade e paz suprema que impera em nossas vidas. “Feliz aquele que pode dizer cada noite, ao dormir: Nada tenho contra o meu próximo”.

 

ESTOU FAZENDO O MEU MELHOR PARA ME LIVRAR DAS PEDRAS NA SACOLA.
 


Publicado por Solange Galeano em 11/10/2013 às 15h22
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08/10/2013 17h17
Perdoar e Esquecer

Perdoar e esquecer são as duas chaves da paz.

Se o seu caminho não encontra eco na paisagem ambiente, desculpe e olvide a indiferença do meio e avancemos para diante, ao encontro de nossas realizações.

Se o seu trabalho não consegue a retribuição dos que lhe seguem os passos no grande caminho, perdoe e esqueça, a fim de que a sua boa vontade frutifique em alegria e progresso.

Se o seu sacrifício não recolhe a compreensão dos outros, desculpe e olvide, perseverando no bem, porque o bem situar-lhe-á o espírito na vanguarda de luz.

Perdoar é o segredo sublime do triunfo na subida para Deus; e esquecer o mal é harmonizar nossa alma com as criaturas, habilitando-nos à solução de todos os problemas.

Desprendamo-nos de tudo aquilo que a Terra constitua prisão para nossa alma, perdoando e esquecendo sempre, e encontraremos o caminho interior da Grande Ascensão.

Francisco Cândido Xavier


Publicado por Solange Galeano em 08/10/2013 às 17h17
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07/10/2013 13h46
Amor mundano e amor espiritual

Vive-se a era dos relacionamentos amorosos humanos patéticos. São relacionamentos que espelham o nível ainda baixo de evolução espiritual da humanidade. Os humanos se relacionam em razão da aparência física, do que acham que têm em comum, interesses materiais e por conveniências. A associação pela aparência física é a mesma que orienta a relação dos animais irracionais e não há segredo nisto; pelas pretensas afinidades é a velha ladainha de alguém achar que encontrou o amor da sua vida, porque a outra pessoa tem o mesmo interesse cultural, vive a mesma vida noturna, faz parte do mesmo mercado profissional ou meio acadêmico e por tudo quanto veja nela; e por conveniências, diz respeito ao ajuntamento pela conveniência financeira, emocional, sexual, intelectual ou social em geral. Grande parte dos relacionamentos amorosos dos seres humanos são fulcrados em sua ignorância espiritual e nada têm a ver com a espiritualidade.

Entretanto, existem relacionamentos amorosos que são firmados no mundo espiritual. Tratam-se de compromissos assumidos entre um homem e uma mulher verdadeiramente voltados à espiritualidade. Uma pessoa espiritualizada não inicia ou vive um relacionamento com uma pessoa que não seja voltada à espiritualidade e não se relaciona com alguém pela aparência, gostos em comum ou por conveniências. Relacinamentos que se findam, nunca foram espirituais. As pessoas espiritualizadas primeiramente se encontram no mundo espiritual e lá iniciam o relacionamento; após isso, quando encarnados, se conhecem e se unem no mundo material. Fica, então, evidente que coisa alguma é por acaso em relação à forma como se conhecem as pessoas voltadas à espiritualidade. Relacionamentos amorosos verdadeiros são desta forma, são relacionamentos que vêm de cima (do espiritual) para baixo (o material) e o inverso não ocorre: quem se relaciona pela matéria não chega à relação pelo espírito. Em relacionamentos amorosos, o que começa mal sempre terminará mal.

Quando ocorrem tais encontros no mundo espiritual – muitas vezes, tratam-se de reencontros relacionados às vidas passadas –, no qual um homem e uma mulher escolhem firmar um compromisso, algo é criado para que venha a surtir efeitos no mundo material. Mesmo que a pessoa não tenha consciência do que foi feito no mundo espiritual, sua consciência lhe cobrará fidelidade e lealdade à pessoa com a qual ela firmou o compromisso. Isto ocorre porque as pessoas que firmam, por livre arbítrio, o compromisso no mundo espiritual são dotadas de nível maior de evolução espiritual, o que se reflete na matéria em evolução moral e ética. Uma pessoa espiritualizada não trai. No mundo espiritual contratos são firmados, tanto para o bem quanto para o mal, criando leis entre as partes e todo contrato violado gera suas consequências. No caso do pacto para um relacionamento amoroso, quem cobrará sua violação é a própria consciência do indivíduo.

Relacionamentos firmados no mundo espiritual quando se concretizam no mundo material são obviamente os melhores que podem existir e é certo que aquele que já o vivenciou não aceitará coisa alguma diferente disto. É impossível para uma pessoa que já tenha tido a experiência de conviver literalmente o dia todo com uma pessoa, tanto no mundo material quanto no mundo espiritual, se contentar em ter um relacionamento que não seja fundado na espiritualidade.

Nos relacionamentos humanos, destituídos de espiritualidade, uma pessoa pode ficar junto a outra o tempo todo enquanto esteja acordada, mas, quando dorme, ela se separa desta pessoa, vai para longe e até mesmo se relaciona com outra pessoa. Um homem e uma mulher que se relacionam pela mente e pela matéria podem viver o que parece ser perfeito para o mundo todo, entretanto, assim que a alma de cada um esteja livre(insone) eles jamais se encontram.

O mundo espiritual é o mundo da verdade e lá ninguém pode forçar sentimento algum. Se uma pessoa tem um relacionamento com alguém no mundo material, mas vive sonhando com outra pessoa ou sonha mais com outra pessoa do que com a pessoa com a qual está, ela está deixando de viver, pois está vivendo uma mentira. Seu Eu Interior e seu Eu Exterior não estão em harmonia, estão em choque, vivendo cada um uma vida distinta. Relacionamentos verdadeiros só existem quando o homem e a mulher estão juntos tanto no mundo material quanto no espiritual. Não adianta estar com uma pessoa no mundo material e, quando deitar a própria alma, agora livre, ir para outra pessoa. É melhor viver só do que viver a infelicidade de viver na matéria com uma pessoa e com outra em espírito. Os humanos acham que são mais felizes se relacionando com alguém pelo qual sua alma não se ilumina do que vivendo sozinhos, mas a mentira faz mais mal ao espírito que a solidão. A mentira é sempre uma mancha negra na alma.

Uma pessoa pode ser extremamente fiel no mundo material enquanto trai no mundo espiritual. Todo aquele que vive um relacionamento que não está em consonância com a espiritualidade deve estar ciente de que pode estar traindo ou sendo traído no mundo espiritual e disto não há escapatória. A única forma de não trair e não ser traído em um relacionamento nos dois mundos (material e espiritual) é viver o mesmo relacionamento e estar com a mesma pessoa em ambos os mundos. Uma alma não se relaciona com outra alma pela aparência, pelo que acha que tem em comum com a outra ou por conveniências. Almas se relacionam pela verdade do espírito e isto não é algo que possa ser orientado pela mente. Entre o caminho da mente, restrita pelas ilusões, e o caminho da consciência, expandida pela Verdade, grande parte da humanidade optou pelo caminho da mente, por isto vive relacionamentos patéticos. Uma pessoa pode dizer ao próprio Ego o que sentir, mas não pode dizer à alma.

É questão de evolução espiritual ser o mesmo na matéria e no espírito e ninguém pode se dizer um ser verdadeiro se vive duas vidas, uma no mundo material e outra no espiritual.  Ela pode, pois, firmar por livre arbítrio o compromisso no mundo espiritual e posteriormente no material em razão de seu Ego e sua ignorância não viver isto. É o caso daqueles que não sendo absurda e completamente atrasados espiritualmente ainda se mantém inconscientes da vida no mundo espiritual não sabendo quem verdadeiramente são e vivendo seus relacionamentos amorosos como os absurda e completamente atrasados espiritualmente.

Os relacionamentos amorosos firmados por livre arbítrio no mundo espiritual são verdadeiros, pois são da consciência, e podem transpassar eras. Os firmados pela matéria são mentirosos, pois são frutos das ilusões da mente e estão relacionados ao Eu Exterior; nascem fadados ao fracasso, não tendo continuação em uma próxima vida. Uma alma não reencontra outra em uma próxima existência porque antes tinha achado bonito o seu corpo físico, tinham os mesmos gostos ou porque antes a relação lhe era conveniente. Neste ponto, convém destacar que não há espiritualidade verdadeira ensinada que não associe a própria espiritualidade com o trabalho. Quando duas pessoas verdadeiramente espiritualizadas se relacionam não existe inutilidade, pois ambas fazem juntas o trabalho da espiritualidade tanto na matéria quanto no espírito – como os casais de pleiadianos -. Um casal não se reencontra em uma vida futura para compartilhar eventos culturais, noitadas e estudos e trabalhos da matéria.

É o relacionamento amoroso firmado no mundo espiritual entre um homem e uma mulher que dá luz à magia sexual entre o casal, que só existe em tais condições. A magia sexual pode ser utilizada inclusive para a realização de desejos materiais, haja vista que a energia gerada durante o ato sexual possui poder criador, pois possui o poder de plasmar. É a geração de um filho a maior obra que um casal voltado à espiritualidade pode ter, pois é quando Deus delega ao homem o poder de gerar a vida. Todo relacionamento amoroso em que de uma forma ou de outra não há a geração da vida é um relacionamento que vai de encontro à espiritualidade; por isto, toda pessoa que de uma forma ou de outra, dependendo da desculpa que a mente gerar, tem medo de ter um filho com a pessoa com a qual se relaciona está com a pessoa errada. A vida é a manifestação do Amor de Deus ao homem, é a vida a prova maior de Amor que pode existir no universo e onde não há vida não há Amor.

Nenhuma pessoa pode ser feliz mentindo para si. Uma relação amorosa verdadeira, como se dá com mundos mais evoluídos, é baseada no companheirismo e este companheirismo é percebido de imediato na relação em que um homem e uma mulher vivem juntos tanto no mundo material quanto no espiritual. Pessoas que tinham relacionamentos firmados no mundo espiritual e que por seus egos e sua ignorância o sacrificaram para viver relacionamentos fundamentados nas questões humanas e materiais pagarão o preço pela escolha errada. Viverão para sentir a angústia de passar o dia com uma pessoa enquanto sua alma conta os segundos para que o corpo físico adormeça e no mundo espiritual, no mundo da verdade onde nada se esconde, possa encontrar o ser verdadeiramente amado pelo seu coração. A consciência punirá aquele que violar o pacto celebrado no mundo espiritual com a dor da alma; a tristeza e a amargura sem remédio na matéria, pois a dor da alma somente no mundo da alma se cura.

Rudy Rafael


Publicado por Solange Galeano em 07/10/2013 às 13h46
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